Por Luiz Gustavo Pacete

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Adriana faz balanço durante palestra no INMA 2016 (crédito: Luiz Gustavo Pacete)

De um site institucional a um portal com mais acesso no mundo durante a Rio 2016. Esse era o desafio de Adriana Garcia, diretora de comunicação dos Jogos. A jornalista assumiu o cargo dois anos antes para cuidar de todo o conteúdo digital do evento. “Nossa estratégia foi a segunda tela tendo em vista o potencial mobile da Rio 2016 e nosso objetivo de falar com os jovens”. Presente no Inma 2016, Adriana deu detalhes de seus desafios e revelou que, de acordo com números preliminares, o tráfego foi seis vezes maior do que o de Londres.

Publicidade negativa
Geralmente, os meses que antecedem os Jogos costumam ser de pessimismo e com a Rio 2016 não foi diferente. O discurso internacional não ajudou bastante, mas tínhamos em mente que Isso já aconteceria.

A força do mobile
Várias pesquisas mostravam a força do mobile e do potencial digital dessa edição. Por meio de uma parceria com a Microsoft e a Isobar partimos para a estratégia da segunda tela.

O desafio do conteúdo
Tínhamos muito que trabalhar a gestão do engajamento de uma forma diferente tendo em vista que não poderíamos utilizar vídeo, já que era de exclusividade de nossos parceiros como a Globo.

Estrutura necessária
Vínhamos sofrendo vários cortes no orçamento e tivemos que entregar um site em quatro idiomas e milhares de links. A estratégia foi de buscar parceiros como o Google na área de mapas e buscar o crescimento orgânico. Além disso, tínhamos uma missão clara: ser o site mais acessado do mundo Durante os Jogos e era inadmissível que ele caísse.

A importância dos influenciadores
Tínhamos uma estratégia muito clara de falar com o publico jovem por meio de influenciadores. Utilizamos o Snapchat com 45 influenciadores. Fechamos uma parceria com o Facebook para trabalhar com instragamers.

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